Apresentação

Completando 50 anos em 2013, a Coppe – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, nasceu disposta a ser um sopro de renovação na universidade brasileira e a contribuir para o desenvolvimento do Brasil.

Fundada em 1963, pelo engenheiro Alberto Luiz Coimbra, a Coppe ajudou a criar a pós-graduação no Brasil e, ao longo de cinco décadas, tornou-se o maior Centro de Ensino 
e Pesquisa da América Latina na área de engenharia. 

Apoiada em três pilares – excelência acadêmica, dedicação exclusiva de professores e aproximação com a sociedade –, a Coppe é um centro produtor e irradiador de conhecimento, profissionais qualificados e métodos de ensino. Seus padrões de qualidade no ensino, na pesquisa e na interação com a sociedade vêm sendo adotados  como modelos em universidades e institutos de pesquisa em todo o país.

A Coppe já formou mais de 13 mil mestres e doutores nos seus 12 programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado). conta com 349 professores doutores em regime de dedicação exclusiva, 2.910 alunos e 350 funcionários. Forma anualmente mais de 500 mestres e doutores preparados para lidar com temas de fronteira do conhecimento sem perder o contato com a realidade e as demandas da sociedade. Em 2013, como parte da agenda de comemoração dos seus 50 anos, criou seu 13º programa: Engenharia da Nanotecnologia.

 

COPPE E SOCIEDADE

A Coppe possui o maior complexo laboratorial de engenharia da América Latina, com mais de cem instalações de alto nível, nas quais transforma resultados de pesquisa em riqueza para o Brasil.

Por meio de contratos e convênios com empresas, governos e entidades não governamentais administrados pela Fundação Coppetec, o conhecimento acumulado na Coppe é diretamente posto a serviço do desenvolvimento econômico, tecnológico e social do país. Desde sua criação, em 1970, a Coppetec já administrou mais de 12 mil contratos.

Sua intensa participação no desenvolvimento de tecnologias para a indústria do petróleo contribuiu para tornar o Brasil líder na exploração e produção de óleo em águas profundas. Sua parceria histórica com a Petrobras, com início em 1968, é uma referência mundial de caso de sucesso entre empresa e universidade.

Desde 1994, a Coppe mantém a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, que já favoreceu a entrada de mais de uma centena de serviços e produtos inovadores no mercado. Estimulou a criação do Parque Tecnológico do Rio, sediado no campus da UFRJ, que reúne centros de pesquisa de grandes empresas e vários laboratórios da Coppe, entre eles o LabOceano, inaugurado em 2003, a primeira instalação do Parque.

Também foi pioneira ao colocar a engenharia e suas tecnologias a serviço do combate à pobreza e às desigualdades sociais. A Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares, criada em 1995, já graduou mais de cem cooperativas. Seu modelo tornou-se referência e vem sendo replicado em vários estados brasileiros e em outros países.

A recente criação do Laboratório Herbert de Souza de Tecnologias Sociais vem ampliando a atuação da instituição nessa área.

 

ATUAÇÃO INTERNACIONAL

A Coppe tem projetos em cooperação com as mais importantes e reconhecidas instituições científicas e tecnológicas do mundo. Desde 1988, pesquisadores da Coppe integram a equipe da Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (CERN), operando o ATLAS, maior detector do Large Hadron Collider (LHC), o acelerador de partículas que confirmou experimentalmente a existência da partícula bóson de Higgs, que conferiu aos pesquisadores Peter Higgs e Francois Englert o Prêmio Nobel de Física de 2013.

Muitos dos docentes da Coppe integram comitês e entidades de pesquisa de vários países e de órgãos multilaterais, como o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU. Em 2009, uma parceria com a Universidade de Tsinghua, na China, resultou na criação do Centro China–Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia.

Pioneira em estudos de adaptação às mudanças do clima, a Coppe sedia o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas e o Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro Rio+).

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